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ISSN: 1533-2535

   

Volume 7 No. 2                                  Fall 2007

Enfrentando los desafíos del Siglo XXI: Las coaliciones de voluntad y el combate a las Amenazas asimétricas.

Lic. Juan E. Battaleme Martínez

UADE/ UCEMA

Resumen

El presente trabajo tiene por objeto presentar un análisis de la política de Alianzas Ad Hoc o coaliciones de voluntad de la administración Bush en relación a la guerra contra el terrorismo. El surgimiento de las mismas representa  una política de orden internacional diseñada para combatir de forma efectiva las amenazas que perturban al escenario global en su conjunto, pero que generan divisiones al interior de la comunidad internacional al momento de definirlas y por lo tanto provocan disenso al momento de considerar la mejor manera de combatirlas.

Al comparar las ventajas y desventajas de las coaliciones de voluntad en relación con alianzas estratégicas permanentes, podemos ver que las primeras pueden ajustarse para trabajar a nivel regional de forma más efectiva que las alianzas tradicionales.  

El trabajo considera que América Latina debe moverse a participar y profundizar su participación en coaliciones de voluntad debido a que esfuerzos multilaterales regionales permanentes son difíciles de alcanzar por la amplitud de desafíos existentes y por la creciente polarización existente en la región en relación a EE.UU.

Abstract

The purpose of this paper is to present an analysis of the policy of Ad Hoc alliances or “coalitions of the willing” in the Bush administration in connection with the war on terrorism.  The emergence of such represents an international-level policy designed to effectively combat the threats that disturb the global scenario as a whole, but that also generate divisions within the international community at the time that they are defined and, therefore, create dissension when it comes time to consider the best way to combat them.

By comparing the advantages and disadvantages of coalitions of the willing compared with permanent strategic alliances, we can see that the former can be adjusted to work on the regional level more effectively than traditional alliances.

This paper concludes that Latin America should move toward participating and extending its participation in coalitions of the willing, due to the fact that permanent regional multilateral efforts are difficult to achieve, because of the wide scope of the existing threats and because of the increasing polarization existing in the region regarding the U.S.

Sumário

O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma análise da política de Alianças Ad Hoc ou coalizões de vontade da administração Bush com relação à guerra contra o terrorismo. Seu surgimento representa uma política de ordem internacional desenhada para combater de forma efetiva as ameaças que perturbam o cenário global em seu conjunto, mas que geram divisões no interior da comunidade internacional quando são definidas e, portanto, provocam discordância no momento de considerar a melhor maneira de combatê-las.

Ao comparar as vantagens e desvantagens das coalizões de vontade com as alianças estratégicas permanentes, podemos ver que as primeiras podem reunir-se para trabalhar em âmbito regional de forma mais efetiva que as alianças tradicionais. 

O trabalho considera que a América Latina deve movimentar-se para participar e aprofundar sua participação em coalizões de vontade, porque os esforços regionais permanentes são difíceis de alcançar devido à amplitude de desafios existentes e à crescente polarização existente na região, com relação aos EUA.

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