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SSN: 1533-2535 |
Volume 4 No. 1 Spring 2004 |
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Mexico’s Involvement In Hemispheric Security At The Beginning Of The Twenty First Century, Its Progress And Limits
Raúl Benítez Manaut y Georgina Sánchez
Abstract
The paper reviews the challenges of achieving a hemispheric-level consensus regarding security and defense. The authors detect two main difficulties: (a) the importance awarded by the different countries to their national security as a priority, and (b) the preeminence of the global security designs. In 2002 and 2003, the OAS discussed the notion of “Hemispheric Security.” The 34 countries forming the organization drafted the "Declaration of Security in the Americas" as a result of Mexico’s conference on October 27-28, 2003. Two notions of security were discussed during the negotiations: one of them mostly related to social, economic and governability problems, supported by many Caribbean and Latin American governments, called “multidimensional security;” and the other notion confined to issues such a cooperation against terrorism, drug trafficking, organized crime and the so-called “emerging threats,” supported mainly by the United States. In addition, countries such as Canada have developed notions such as “human security.” These problems result in a complex security and defense agenda, or a North-South agenda: the North worried about the new threats led by terrorism and the South concerned about development problems. Finally, the article reviews Mexico’s contradictory position, trying to state its foreign policy principles in the hemispheric security debate, while being part of North America, and therefore, a neighbor of the United States.
Avances y limites de la participación de México en la seguridad hemisferica a inicios del Siglo xxi.
Resumen
En el artículo se analizan las dificultades para alcanzar un consenso a nivel hemisférico en materia de seguridad y defensa. Los autores detectan dos principales: a) la importancia que los distintos países otorgan a su seguridad nacional como elemento prioritario, y b) la preeminencia de diseños de seguridad global. Entre los años 2002 y 2003 se debatió en el seno de la OEA el concepto de “Seguridad Hemisférica”. Entre los 34 países que conforman la organización, se redactó la “Declaración sobre Seguridad de las Américas”, como resultado de la reunión de México, del 27 y 28 de octubre de 2003. En estas negociaciones dos conceptos de seguridad se discutieron: uno más ligado a las problemáticas sociales, económicas y de gobernabilidad, sostenido por muchos gobiernos de América Latina y el Caribe, denominado “seguridad multidimensional”, y un segundo concepto, más circunscrito a los temas de cooperación contra el terrorismo, narcotráfico, crimen organizado, y las llamadas “amenazas emergentes”, sostenido principalmente por Estados Unidos. Igualmente, hay países que han desarrollado conceptos como el de “seguridad humana”, como Canadá. Estos problemas derivan en una compleja agenda de seguridad y defensa, o una agenda Norte-Sur: el norte preocupado por las nuevas amenazas encabezadas por el terrorismo, el sur por problemas de desarrollo. Finalmente, en el artículo se analiza la contradictoria posición de México, donde trata de plasmar sus principios de política exterior en el debate de seguridad hemisférica, al mismo tiempo que es parte de América del Norte, y por ende, vecino de Estados Unidos.
Avanços e limites da participação do México na segurança hemisférica no início do Século xxi.
Sumario
No artigo são analisadas as dificuldades para alcançar um consenso a nível hemisférico em matéria de segurança e defesa. Os autores detectam duas principais: a) a importância que os diferentes países dão a sua segurança nacional como elemento prioritário, e b) a preferência por projetos de segurança global. Entre os anos 2002 e 2003 foi debatido internamente na OEA o conceito de “Segurança Hemisférica”. Entre os 34 países que formaram a organização foi redigida a “Declaração sobre Segurança das Américas”, como resultado da reunião realizada no México, de 27 a 28 de outubro de 2003. Nestas negociações dois conceitos de segurança foram discutidos: um mais ligado às problemáticas sociais, econômicas e de governabilidade, sustentado por muitos governos da América Latina e do Caribe, denominado “segurança multidimensional”, e um segundo conceito; mais limitado aos temas de cooperação contra o terrorismo, narcotráfico, crime organizado, e as chamadas “ameaças emergentes”; sustentado principalmente pelos Estados Unidos. Da mesma forma, existem países que desenvolveram conceitos como o da “segurança humana”, como é o caso do Canadá. Estes problemas derivam de uma complexa agenda de segurança e defesa, ou uma agenda Norte-Sul: o norte preocupado com as novas ameaças lideradas pelo terrorismo e o sul com problemas de desenvolvimento. Finalmente, no artigo é analisada a posição contraditória do México, que trata de modelar seus princípios de política exterior no debate da segurança hemisférica, ao mesmo tempo em que faz parte da América do Norte, sendo portanto, vizinho dos Estados Unidos.
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