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| ISSN: 1533-2535 |
Volume 3 No. 2 Fall 2003 |
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U.S. Strategic Alignments Post- 9/11: Some of Their International and Hemispheric Implications
Fabián Carlos Calle
Abstract
It is the tragic events of September 11, 2001 what set a before and after in terms of hemispheric and international security. This long anticipated “catastrophic or massive terrorism” showed up in the one country that rules international security. From then on, there has been an accelerated development of reflections or thoughts that have been shaping a true long-term Grand Strategy with such significance that it has been compared to the ones developed during the early days of the Cold War. The destabilizing mix of “terrorist governments” and “villains”, international terrorist networks, and their tactical or strategic partners, whether at regional or national levels, and the non-conventional weapon proliferation have become a main concern for many coming decades. Under such context, the National Security Strategy (NSS) provides a sharp and sophisticated review of the interaction and cooperation between international terrorism and organized crime, as well as the need to limit the spread of “ungoverned regions or areas” and “weak governments” where this non-governmental actors may be based. Given the nature of these threats, any bilateral and multilateral cooperation efforts for security purposes, defense policies and any funding and goods flows acquire crucial significance. Under such context, the Rule of Law and strength of a democratic government, together with its institutions, become strategically important for any non-governmental enemies that regard such “weak governments” and “non-liberal democracies” as fertile ground for their actions.
Los lineamientos estratégicos de los EE. UU. post 11-9: algunas de sus implicancias internacionales y hemisféricas.
Resumen
Será el trágico el 11 de Septiembre del 2001 el que marcará un antes y un después en materia de seguridad hemisférica e internacional. El tantas veces anunciado “terrorismo catastrófico” o “masivo” hacía su plena aparición en el país rector en materia de seguridad internacional. A partir de ese momento fueron madurando más aceleradamente un conjunto de reflexiones que irían dando forma a una verdadera Grand Strategy de largo plazo que por su trascendencia algunos comparan con las desarrolladas en el primer tramo de la Guerra Fría. La desestabilizadora combinación de “Estados terroristas” o “villanos”, las redes del terrorismo internacional –y sus aliados tácticos o estratégicos a niveles regionales o nacionales- y la proliferación de armas no convencionales pasó a ser el centro de la preocupación de las próximas décadas. En este contexto, la Estrategia de Seguridad Nacional (ESN) realiza un agudo y sofisticado análisis sobre la interacción y cooperación entre el terrorismo internacional y el crimen organizado así como la necesidad de poner límite a la difusión de “espacios o zonas no gobernadas” y “Estados débiles” que sirven de base a este tipo de actores no estatales. Frente a la naturaleza de estas amenazas, la cooperación bilateral y multilateral en materia de seguridad, Defensa, flujos financieros y de mercaderías pasa a tener una importancia vital. En este contexto, The Rule of Law y la fortaleza del Estado democrático y de sus instituciones adquieren una relevancia estratégica concreta frente a enemigos no estatales que ven en los “Estados débiles” y “democracias no liberales” un terreno fértil para su accionar.
As diretrizes estratégicas dos EUA pós 11-9: algumas das suas implicações internacionais e hemisféricas.
Sumario
Será o trágico 11 de Setembro de 2001 aquele que marcará um antes e um depois em matéria de segurança hemisférica e internacional. O tantas vezes anunciado “terrorismo catastrófico” ou “de massa” para sua plena aparição no país que dita as regras em matéria de segurança internacional. A partir desse momento foram amadurecendo mais aceleradamente um conjunto de reflexões que iriam formando uma verdadeira Grand Strategy de longo prazo que, por sua transcendência, alguns comparam com as desenvolvidas na primeira trama da Guerra Fria. A desestabilizadora combinação de “Estados terroristas” ou “vilões”, as redes do terrorismo internacional – e seus aliados táticos ou estratégicos a níveis regionais ou nacionais - e a proliferação de armas não convencionais passou a ser o centro da preocupação para as próximas décadas. Neste contexto, a Estratégia de Segurança Nacional (ESN) realiza uma aguda e sofisticada análise sobre a interação e cooperação entre o terrorismo internacional e o crime organizado, bem como a necessidade de colocar limites na difusão de “espaços ou zonas não governadas” e “Estados fracos” que servem de base a este tipo de atores não estatais. Frente à natureza destas ameaças, a cooperação bilateral e multilateral em matéria de segurança, defesa, fluxos financeiros e de mercadorias passa a ter uma importância vital. Neste contexto, the Rule of Law e a fortaleza do Estado democrático e de suas instituições adquirem uma relevância estratégica concreta frente a inimigos não estatais que vêem nos “Estados fracos” e “democracias não liberais” um terreno fértil para sua ação.
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