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ISSN: 1533-2535

Volume 2 No. 2                                       Winter 2002

Intelligence and Public Policy:
Operational Dynamics and Conditions for Legitimization 

Marco Cepik

Political Science Professor, UFMG, Brazil

Researcher, Strategic Studies Group


Abstract

This article provides a general introduction for the so-called intelligence activities. Intelligence means the collection, analysis and dissemination of information needed by policy makers and decision takers. But it does not include all kinds of information or data in general, since intelligence is part of a conflict dealing with denial of knowledge and secrets. The unique methods, procedures, technologies and techniques of intelligence make it more relevant in some fields than others. National defense, foreign policy and law enforcement are the main users of intelligence. The article also addresses the tensions between intelligence and democracy and the expected impacts of the intelligence in peace and war.

Inteligência y Políticas Públicas:
dinâmicas operacionais e condições de legitimação

Sumario

Esse artigo introduz a problemática geral das chamadas atividades de inteligência, que envolvem a coleta, análise e disseminação de informações sensíveis para os processos de tomada de decisão nas áreas de política externa, defesa nacional e provimento de ordem pública. Inteligência é definida como um tipo de conflito entre vontades antagônicas que lida predominantemente com a obtenção e a negação de conhecimentos e dados. Daí desdobram-se certas características organizacionais e operacionais únicas da atividade de inteligência, tais como a separação institucional entre as fases de coleta e de análise e o segredo governamental. São mencionadas ainda as tensões entre inteligência e democracia, bem como as utilidades que os governos esperam obter com inteligência na guerra e na paz.

Inteligencia y Políticas Públicas:
dinámicas operacionales y condiciones de legitimización

Resumen

Este artículo introduce la problemática general de las llamadas actividades de inteligencia, que tratan de la recolección, análisis y diseminación de información necesaria para los procesos de toma de decisiones en cuestiones de política exterior, defensa nacional y orden pública.  Inteligencia se define como un tipo de conflicto entre voluntades antagónicas que trata predominantemente con la obtención y la negación de conocimientos y datos.  De ahí se desarrollan ciertas características organizacionales y operacionales únicas a la actividad de inteligencia, tales como la separación institucional entre las fases de recolección y de análisis y el secreto gubernamental.  También el artículo hace mención de las tensiones entre la inteligencia y la democracia, además de las utilidades que los gobiernos esperan obtener con la inteligencia en la guerra y en la paz.

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