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ISSN: 1533-2535

 

Volume 4 No. 2                                 Fall 2004

 

Weak States and Empty Spaces. The Chilean Case

Cristián Garay Vera

Abstract

Departing from a series of concepts referred to as “the bankruptcy of the States”, a perspective taken from Frenchman Philippe Delmas (1992), the author confronts the concepts of lawless areas and empty spaces, stating that they obey two different models of States, that is, unsuccessful States and weak States. Examining the bibliography, Garay discusses the autonomy of the weak states/empty spaces relationship from the unsuccessful states/ lawless areas pair, then applies them to the analysis of Latin America. Under the author’s supposition, the austral zones of Chile and Argentina can be analyzed using the weak states/empty spaces concept rather than the concept of unsuccessful states/lawless areas. An empirical examination permits us to postulate that empty spaces are conflicted spaces for human presence, which weakens the presence of the state, and given that the resources of the aforementioned states are scarce, that which is produced is a presence that is weakened from the police system, but not by the absence of law, which is why it would not be pertinent to extend this typology to the Southern Cone, as is normally done when analyzing the Tri-Border area.

Estados débiles y espacios vacíos. El caso chileno

Resumen

Partiendo de una serie de conceptos referidos a la bancarrota de los Estados, perspectiva tomada del francés Philippe Delmas (1992), el autor confronta los conceptos de áreas sin ley y espacios vacíos sosteniendo que ellos obedecen a dos tipologías diversas de la comprensión de los Estados que serían las de Estados fallidos y Estados débiles. Examinando la bibliografía considera la autonomía de la relación Estados débiles / espacios vacíos respecto del par Estados fallidos / áreas sin ley y los aplica al análisis en América Latina. Bajo el supuesto del autor, las zonas australes de Chile y Argentina se pueden analizar desde el concepto del par Estados débiles / espacios vacíos frente al de Estados fallidos / áreas sin ley. El examen empírico permite postular que los espacios vacíos son espacios conflictivos para la presencia humana, lo que debilita la presencia del Estado, y dado que los recursos de los Estados citados son escasos, se produce una presencia debilitada del aparato fiscal, pero no una ausencia de ley, por lo cual no sería pertinente extender esa tipología al Cono Sur americano como se hace normalmente cuando se analiza la Triple Frontera.
Estados fracos e espaços vazios.

O caso chileno

Sumario

Partindo de uma série de conceitos referidos como a falência dos Estados, uma perspectiva do francês Philippe Delmas (1992), o autor confronta os conceitos de áreas sem leis e espaços vazios sustentando que eles obedecem dois modelos diferentes da compreensão dos Estados que seriam os Estados falidos e os Estados fracos. Examinando a bibliografia, Garay considera a autonomia do relacionamento Estados fracos / espaços vazios como o par Estados falidos / áreas sem lei e os aplica na análise da América Latina. Conforme a hipótese do autor, as zonas do sul do Chile e da Argentina podem ser analisadas aplicando o conceito do par Estados fracos / espaços vazios, em vez de Estados falidos / áreas sem lei. Para Garay, um exame empírico permite postular que os espaços vazios são espaços conflitantes para a presença do homem, o que enfraquece a presença do Estado e, tendo em vista que os recursos dos Estados citados são escassos, o que acontece é uma presença enfraquecida do aparelho fiscal, motivo pelo qual não seria pertinente estender essa tipologia ao Cone Sul americano, como é feito normalmente ao analisar a Tríplice Fronteira.

 

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