title.gif

ISSN: 1533-2535

 

Volume 6 No. 2                                  Summer 2006

 

Caracteristicas de un sistema de Inteligencia Estratégica para paises emergentes. Analisis y propuesta

Prof. Guillermo Holzmann
Universidad de Chile

Abstract

One of the elements of greater significance in political leadership of the state in the 21st century is associated with the capacity to process and manage information in order to establish future scenarios in a decision-making process that evaluates likely threats, risks and opportunities within an complex environment that is subject to the influence of many interests of different state and non-state actors, both national and foreign.
Emerging nation status assumes political, economic, social and technological conditions and characteristics that are determining factors in achieving an appropriate integration into the international sphere and for achieving national objectives. The existence of an intelligence system at the state level that integrates the each country’s different organizations and clearly differentiates between the different levels at which intelligence can be implemented is a vital need limited only by the requirements of democracy.
Within this context, every state has faced, in various forms, the challenge of modernizing, transforming and/or creating intelligence systems aimed at meeting the needs of decision-making processes, with an evident change in terms of their function in the Cold War, which basically centered on identifying and neutralizing internal or external threats. Nevertheless, this process faces political, economic and especially conceptual obstacles in establishing the intelligence system most appropriate for each country.
The present article sets forth the characteristics of these systems, which must be coherent with interests, objectives and existing resources under a criterion of democratic consolidation, in which intelligence is one medium operating under strict political and legal controls, but the results of which are aimed at being a fundamental component of the decision-making process of political leadership, either by the head of state and/or by the government.

Resumen

Uno de los elementos de mayor significación en la conducción política del Estado en el siglo XXI, está asociada a la capacidad del manejo y procesamiento de información para establecer escenarios futuros en un proceso de toma de decisión que evalúe las probables amenazas, riesgos y oportunidades en un entorno de características complejas y sometido a la influencia de múltiples intereses correspondientes a distintos actores estatales y no estatales, tanto nacionales como extranjeros.
La calidad de país emergente, supone condiciones y características políticas, económicas, sociales y tecnológicas determinantes para el logro de una adecuada inserción internacional y para el logro de los objetivos nacionales. La existencia de un sistema de inteligencia en el nivel estatal que integre los distintos organismos que cada país posee y establezca una diferenciación nítida entre los distintos niveles en los cuales la inteligencia se puede desarrollar constituye una necesidad ineludible, cuyos límites está asociado a los requerimientos del régimen democrático.
En este contexto, cada Estado ha enfrentado, en distinta forma, el desafío de modernizar, transformar y/o crear sistemas de inteligencia orientados a satisfacer las necesidades de los procesos decisionales, con un evidente cambio respecto a su función en la guerra fría que se centraba, básicamente, en la identificación y neutralización de amenazas ya sea de origen interno o externo. No obstante ello, tal proceso enfrenta obstáculos políticos, económicos y, en especial, conceptuales para establecer el sistema de inteligencia más adecuado a cada país.
En el presente artículo, se plantean las características de estos sistemas, el cual debe ser coherente con sus intereses, objetivos y los recursos existentes bajo un criterio de consolidación democrática, donde la inteligencia es un medio que opera bajo estrictos controles políticos y legales, pero cuya resultante se orienta a ser un insumo fundamental del proceso decisional del conductor político, ya sea en su calidad de Jefe de Estado y/o de Gobierno.

Resumo

Um dos elementos de maior significado na condução política do Estado no século XXI, está associado à capacidade de conduta e processamento das informações para estabelecer cenários futuros em um processo de tomada de decisão que avalie prováveis ameaças, riscos e oportunidades em condições de características complexas e submetido à influência de múltiplos interesses que correspondem a distintos atores estatais e não-estatais, tanto nacionais como estrangeiros.
A qualidade de país emergente pressupõe condições e características políticas, econômicas, sociais e tecnológicas determinantes para se conseguir a inserção internacional adequada e para atingir os objetivos nacionais. A existência de um sistema de inteligência no âmbito estatal, que integre os distintos organismos que cada país tem e que estabeleça diferenciação nítida entre os distintos âmbitos em que a inteligência pode desenvolver-se, é uma necessidade inexorável, cujos limites estão associados às exigências do regime democrático.
Nesse contexto, cada Estado enfrentou, de maneiras diferentes, o desafio de modernizar, transformar e/ou criar sistemas de inteligência orientados para a satisfação das necessidades dos processos de decisão, com uma mudança evidente com relação à sua função na guerra fria que se centrava basicamente na identificação e neutralização de ameaças, sejam de origem interna ou externa. Apesar disso, esse processo enfrenta obstáculos políticos, econômicos e, em especial, conceituais para estabelecer o sistema de inteligência mais adequado para cada país.
No presente artigo, são propostas as características desses sistemas, que devem ser coerentes com seus interesses, objetivos e com os recursos existentes, segundo um critério de consolidação democrática, no qual a inteligência é um meio que opera sob controles políticos e legais rigorosos, mas cujo resultado é orientado para consistir em insumo fundamental do processo de decisão do condutor político, seja na qualidade de Chefe de Estado ou de Governo.

 

[ Back ]