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ISSN: 1533-2535 |
Volume 4 No. 2 Fall 2004 |
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Democratic Governments and the Military in Latin America: Brazil in a Comparative Perspective
Maria Celina D'Araujo
Abstract
The article has two goals: first, to show how Brazil, when compared to other Latin American countries, represents a successful case of incorporating the military into the new democratic order; and second, to demonstrate that part of this process of subordinating the military to civilian power – and the consequent redefinition of civilian-military relations – can be credited to the way in which Brazil conceived and negotiated political amnesty during the transition to civilian rule. In addition, it will be argued that this success can also be explained by the ways in which the democratically elected governments of the 1990s dealt, in name of the State, with persisting uncertainties about “past scores to be settled”.
Gobiernos Democráticos y los Militares en Latinoamérica: Brasil visto desde una perspectiva comparativa
Resumen
El artículo tiene dos objetivos: en primer lugar, mostrar cómo Brasil, en comparación con otros países latinoamericanos, representa un caso exitoso de incorporación de los militares en el nuevo orden democrático. Segundo, demostrar que parte de este proceso de subordinación de los militares al poder civil, y la consiguiente redefinición de las relaciones cívico-militares, puede ser acreditada a la manera en que Brasil concibió y negoció la amnistía política durante la transición al gobierno civil. Además, se sostendrá que dicho éxito se debe también a la manera en que los gobiernos elegidos democráticamente en los años 1990 confrontaron, en nombre del Estado, las incertidumbres que quedaban en cuanto a “saldar cuentas pendientes del pasado”.
Os Governos Democráticos e as Forças Armadas na América Latina: O Brasil numa Perspectiva de Comparação
Sumario
O artigo tem dois objetivos: em primeiro lugar, mostrar como o Brasil, se comparado com outros países da América Latina, representa uma história de sucesso ao incorporar as forças armadas na nova ordem democrática. Em segundo lugar, demonstrar que parte deste processo de subordinar as forças armadas ao poder civil – e a conseqüente redefinição do relacionamento entre civis e militares – pode ser atribuída à maneira pela qual o Brasil concebeu e negociou a anistia política, durante a transição ao regime civil. Além disso, será sustentado que esse sucesso pode ser explicado também pelo modo com que os governos democraticamente eleitos na década de noventa lidaram em nome do Estado, com as incertezas persistentes sobre os “rancores do passado a serem apaziguados”.
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