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SSN: 1533-2535

 

Volume 4 No. 1                               Spring 2004

 

A New Civil-Military Pragmatism in Latin America

David Pion-Berlin
Department of Political Science
University of California, Riverside
david.pion@ucr.edu

Abstract

There is a new civil-military pragmatism in the region defined by armies that engage in internal, role expansive missions at the behest of democratically elected officials.  In the past, the armed forces would exploit such   missions for their own political gain, while revising doctrines to make role expansion a permanent feature of military orientation    Instead, today’s armies have undertaken missions for purposes of helping civilian leaders fill vacuums and resolve specific problems that could not otherwise have been adequately dealt with.  Military cooperation in this regard is dutiful but not altruistic; the military’s objective is to parlay these ventures into a justification for greater defense budget shares, salaries, and equipment. But role expansion is not inherently threatening to civilian control so long as soldiers remain decision-takers not makers. This they have, as brief case studies of Argentina and Venezuela make clear.

Nuevo pragmatismo civil-militar en América Latina 

Resumen

Hay un nuevo pragmatismo civil-militar en la región, que está definido por los ejércitos que participan en misiones internas con funciones expansivas bajo el mando de funcionarios elegidos democráticamente. En el pasado, las fuerzas armadas habrían explotado esas misiones para su propia conveniencia política y al mismo tiempo habrían modificado sus doctrinas para que la expansión de sus funciones fuese una característica permanente de la orientación militar. Por el contrario, los ejércitos actuales han aceptado misiones con el fin de ayudar a los líderes civiles a llenar los espacios vacíos y resolver problemas específicos que de otro modo no podrían atenderse adecuadamente. La colaboración militar en este campo refleja el cumplimiento de sus deberes pero no es altruista, el objetivo de los militares es transformar esta participación en una justificación para lograr mejores presupuestos de defensa, salarios y equipamiento. Esta expansión de funciones no necesariamente amenaza el control civil, en tanto y en cuanto los soldados sigan recibiendo decisiones y no tomándolas. Eso lo lograron, como han mostrado breves estudios de casos en Argentina y Venezuela. 

Um Novo Pragmatismo no Relacionamento entre Civis e Militares na América Latina

Sumario

Existe um novo pragmatismo no relacionamento entre civis e militares na região, definido pelos exércitos que se envolvem em missões internas, ampliando seus papéis, sob o comando de autoridades democraticamente eleitas.  No passado, as forças armadas iriam tirar partido de tais missões para o seu próprio benefício político, enquanto revisavam as doutrinas para fazer da ampliação de papeis uma característica permanente da orientação das forças armadas. Em vez disso, os exércitos hoje assumiram missões com a finalidade de ajudar os líderes civis no preenchimento de vácuos e na solução de problemas específicos que, de outra forma, não poderiam ter sido adequadamente tratados.  A cooperação das forças armadas sob esse aspecto é respeitosa, mas não altruística; o objetivo das forças armadas é explorar com sucesso essas iniciativas como justificativa para melhorar o orçamento para a defesa, os salários e os equipamentos. Porém, a ampliação dos papéis não é inerentemente ameaçadora para o controle dos civis, contanto que os militares continuem aceitando decisões e não tomando decisões. Isto aconteceu, como esclarecem breves estudos de casos, na Argentina e na Venezuela. 

 

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