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ISSN: 1533-2535 |
Volume 6 No. 1 Spring 2006 |
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Seguridad y Defensa de Ecuador: Espejismos y arenas movedizas
Juan Carlos Ruiz Vasquez
Politólogo colombianoABSTRACT
The author analyzes the evolution of Ecuador’s security agenda from its historical roots to its most recent development during the conflict with Peru and the effects of the conflict on the Colombian border. The author maintains that Ecuador’s security agenda was historically focused on the hypotheses of a conventional conflict with Peru and was based on its military forces playing a guardianship and social integration role, which helped the general populace identify with issues of security and defense. For these reasons, Ecuador’s military forces sought to be essentially dissuasive against the military superiority of the country’s neighbors. However, the conception of Ecuador’s security and defense was to change direction in the late 1990s, as it turned its attention to the threats represented by the rise of Colombia’s internal conflict on Ecuador’s border. The weakness of the President Uribe Vélez’ democratic security strategy on the Colombia-Ecuador border and the influence of the United States government will be fundamental in the formation of this new security agenda. Paradoxically, however, becoming involved in the Colombian conflict can have negative consequences for Ecuador’s security. Although Ecuador denounces the detrimental effects of the Colombia plan for Ecuador’s security, it seeks to simultaneously benefit from the Andean Regional Initiative that has similar purposes. The Ecuadorian state seems to have traditionally focused its security agenda on external threats, while the country’s great internal, political and economic instability is perhaps the more significant source of insecurity that has also hindered the establishment of a policy for a coherent and lasting defense.
RESUMEN
El autor hace un análisis de la evolución de la agenda de seguridad del Ecuador desde sus raíces históricas hasta su más reciente desarrollo durante el conflicto con el Perú y los efectos del conflicto colombiano en la frontera. El autor sostiene que la agenda de seguridad del Ecuador se concentró históricamente en la hipótesis de un conflicto convencional con Perú y se basó en un rol tutelar y de integración social de sus Fuerzas Miliares que logró articular a las bases populares con los temas de la seguridad y la defensa. Por estas razones las Fuerzas Militares ecuatorianas buscaron ser esencialmente disuasivas frente a la superioridad militar de sus vecinos. No obstante, la concepción de seguridad y defensa del Ecuador dará un viraje desde finales de los años 90, al concentrar su atención en las amenazas que representa el desarrollo del conflicto interno colombiano en su frontera, La debilidad de la estrategia de seguridad democrática de la administración Uribe Vélez en la frontera colombo-ecuatoriana y la influencia del Gobierno de los Estados Unidos van a ser fundamentales en la formación esta nueva agenda de seguridad. Sin embargo, paradójicamente, involucrarse en el conflicto colombiano puede traer consecuencias negativas para la seguridad ecuatoriana. Aunque Ecuador denuncia los efectos nocivos del Plan Colombia para su seguridad, busca beneficiarse al mismo tiempo de la Iniciativa Regional Andina que tiene propósitos similares. El Estado ecuatoriano parece haber centrado tradicionalmente su agenda de seguridad en amenazas externas, mientras que la gran inestabilidad interna, política y económica, es quizás la fuente más importante de inseguridad lo que ha impedido además establecer una política en materia de defensa coherente y duradera.
RESUMO
O autor faz uma análise da evolução da agenda de segurança do Equador desde suas raízes históricas até seu mais recente desenvolvimento, durante o conflito com o Peru e os efeitos do conflito colombiano na fronteira. O autor sustenta que a agenda de segurança do Equador concentrou-se historicamente na hipótese de um conflito convencional com o Peru e baseou-se em um papel tutelar e de integração social de suas Forças Militares, que conseguiram articular as bases populares com os temas de segurança e de defesa. Por esses motivos, as Forças Militares equatorianas procuraram ser essencialmente dissuasivas diante da superioridade militar de seus vizinhos. Não obstante, a concepção de segurança e defesa do Equador deu uma reviravolta desde o final dos anos 90, quando concentrou sua atenção nas ameaças que representa o desenvolvimento do conflito interno colombiano em sua fronteira. A debilidade da estratégia de segurança democrática da administração Uribe Vélez na fronteira entre Colômbia e Equador e a influência do Governo dos Estados Unidos serão fundamentais na formação dessa nova agenda de segurança. Contudo, paradoxalmente, o envolvimento no conflito colombiano pode trazer conseqüências negativas para a segurança equatoriana. Embora o Equador denuncie os efeitos nocivos do Plano Colômbia para sua segurança, busca, ao mesmo tempo, beneficiar-se da Iniciativa Regional Andina, cujos propósitos são similares. O Estado equatoriano parece ter centrado tradicionalmente sua agenda de segurança em ameaças externas, ao passo que a grande instabilidade interna, política e econômica, seja, talvez, a principal fonte de insegurança que também impediu o estabelecimento de uma política de defesa coerente e duradoura.
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