title.gif

ISSN: 1533-2535

   

Volume 7 No. 2                                  Fall 2007

Reflexiones sobre el papel de las Fuerzas Armadas latinoamericanas en la lucha contra las nuevas amenazas

Pedro Trujillo Álvarez

Resumen

Desde la desaparición de la URSS y, con más fuerza y firmeza, tras los ataques al World Trade Center en New York el 11 de Septiembre de 2001, un debate sobre el nuevo papel de las fuerzas armadas se ha desatado en el mundo teniendo incidencia en la organización de los efectivos militares y en la misión que estos deben poder cumplir en el futuro.

Europa y Estados Unidos ya habían venido, desde finales de los 90`s adecuando las estructuras militares a los nuevos retos y desafíos de entonces. América Latina, en cambio, estaba retrasada en esta adaptación y, el debate de la reforma de las fuerzas armadas ha venido, según los países, a coincidir, en mayor o menor medida, con la nueva discusión sobre como enfrentar las amenazas emergentes y el papel de las fuerzas policiales y militares en este contexto.

El presente análisis ahonda sobre esta situación y reflexiona sobre tres pilares fundamentales. El primero es una abstracción sobre las nuevas amenazas, su definición, percepción e impacto en las sociedades. El segundo aborda la misión que para las fuerzas armadas y efectivos policiales recogen las diferentes constituciones latinoamericanas. El tercero y último presenta el modelo adoptado por la UE y hace una critica sobre el Tratado Marco de Seguridad Centroamericano como dos polos extremos en el enfoque que nos ocupa. Se finaliza con una serie de conclusiones que pudieran servir como reflexión o guías para, finalmente, encuadrar el papel de las fuerzas armadas latinoamericanas en la lucha contra las nuevas amenazas.

Abstract

            Since the disappearance of the USSR and, with more force and strength, after the attacks on the World Trade Center in New York on September 11, 2001, a debate has emerged regarding the new role of of Armed Forces in the world, which has a direct impact on the organization of military personnel and the mission that they may be able to accomplish in the future.

Since the end of the 1990s, Europe and the United States have been adapting their military structures to the new challenges posed since then.  Latin America, on the other hand, is behind in this adaptation, and the debate on the reform of the armed forces has, according to Latin American countries, been accompanied, to a greater or lesser extent, by a new discussion on how to confront the emerging threats and the role of political and military forces in this context.

This analysis goes into detail on the situation and reflects on three fundamental factors.  The first is an abstraction regarding the new threats, and the definition, perception and impact of such on the societies involved. The second relates to the mission that the various Latin American constitutions assign to Armed Forces and police personnel. The third and last is the model adopted by the EU, and offers a critique of the Central American Framework Treaty on Security, with two extreme poles in the focus that we have undertaken.  It ends with a series of conclusions that could serve for reflection or guidelines for at last characterizing the role of Latin American Armed Forces in the fight against the new threats.

Sumário

Desde o desaparecimento da URSS e, com mais força e firmeza depois dos ataques ao World Trade Center em New York,em 11 de setembro de 2001, desencadeou-se um debate sobre o novo papel das forças armadas no mundo, que veio a incidir na organização dos efetivos militares e na missão que eles devem poder cumprir no futuro.

Europa e Estados Unidos já vinha, desde o final dos anos 90, adequando as estruturas militares às novas provocações e desafios da época. A América Latina, ao contrário, estava atrasada nessa adaptação, e o debate da reforma das forças armadas veio, segundo os países, coincidir, em maior ou menor medida, com a nova discussão sobre como enfrentar as ameaças emergentes e o papel das forças policiais e militares nesse contexto.

A presente análise aprofunda-se nessa situação e reflete sobre três pilares fundamentais. O primeiro é uma abstração sobre as novas ameaças, sua definição, percepção e impacto nas sociedades. O segundo aborda a missão que, para as forças armadas e efetivos policiais reúnem as diferentes constituições latino-americanas. O terceiro e último apresenta o modelo adotado pela UE e faz uma crítica ao Tratado Marco de Segurança Centro-americano como dois pólos extremos no enfoque que nos ocupa. A finalização é uma série de conclusões que poderiam servir de reflexão o orientação para, finalmente, enquadrar o papel das forças armadas latino-americanas na luta contra as novas ameaças.

[ Back ]