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ISSN: 1533-2535 |
Volume 7 No. 2 Fall 2007 |
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La guerra en pequeño. La violencia armada y una “estrategia de mercado” para los Estados Débiles
Dr. Cristián Garay Vera
Cátedra Manuel Bulnes sobre seguridad, defensa y sociedad, Universidad de Santiago de Chile
Resumen
Esta ponencia trata el tema de la guerra contra el terrorismo y de la implicación de las Fuerzas Armadas en ella es un tema de por si polémico. Pero a favor de una inserción moderada y contenida, se puede argumentar desde una base teórica que partiendo de M. Van Creveld y M. Kaldor respecto de los nuevos tipos de violencia armada, sugiere que el concepto de guerra se puede aplicar pos 11-S a una serie de conflictos que se venían perfilando desde antes, ligados a la violencia política a gran escala. Es un tema de los órganos de defensa en la medida que influye o perturba la seguridad, pero tiene en condiciones de estabilidad institucional menos implicaciones armadas, si se concentra la acción en la naturaleza de la acción económica que soporta la actividad terrorista y criminal. El autor postula que los Estados débiles pueden definir una estrategia supranacional que coordine y produzca el estrangulamiento de las fuentes ilícitas de financiación, dado que los circuitos del financiamiento ilícito son los mismos para el terrorismo que para el crimen organizado transnacional, que no son ciertamente lo mismo, pero representan amenazas de nueva naturaleza para los Estados de la región.
Abstract
This presentation addresses the subject of the war against terrorism and the implication that the Armed Forces in it is a topic that is itself polemic. However, it is possible to argue in favor of a moderate and contained insertion from a theoretical basis that, departing from M. Creveld and M. Kaldor in terms of the new types of armed violence, suggests that the concept of war can be applied post- September 11 to a series of conflicts that were being profiled from before that event, linked to large-scale political violence. It is a subject of defense entities inasmuch as it influences or disrupts security, but it has fewer armed implications under conditions of institutional stability if the action concentrates on the nature of the economic action that supports terrorist and criminal activities. The author postulates that weak states can define a supranational strategy that will coordinate and produce a strangulation of illegal funding sources, given that the illegal financing circuits are the same for terrorism as for transnational organized crime, which are not certainly the same thing, but represent threats of new nature for the region’s states.
Sumário
Falar da guerra contra o terrorismo e do envolvimento das Forças Armadas nessa guerra é um tema, por si só, polêmico. Contudo, a favor da inserção moderada e contida, pode-se argumentar, partindo de uma base teórica de M. Van Creveld e M. Kaldor, com relação aos novos tipos de violência armada, que sugere que o conceito de guerra pode ser aplicado depois do 11 de setembro, a uma série de conflitos que já anteriormente se delineavam, ligados à violência política em grande escala. É um assunto dos órgãos de defesa na medida em que influi ou perturba a segurança, mas tem, em condições de estabilidade institucional, menos implicações armadas, quando nos concentramos na ação na natureza da ação econômica que sustenta a atividade terrorista e criminosa. O autor postula que os Estados fracos podem definir uma estratégia supranacional que coordene e produza o estrangulamento das fontes ilícitas de financiamento, já que os circuitos do financiamento ilícito são os mesmos para o terrorismo e para o crime organizado transnacional, que não são, com certeza, a mesma coisa, mas representam ameaças de nova natureza para os Estados da região.
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